Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

I
O papel contem meu poema
Tenta conter o incontível.
Espremo
Vazam pelos limites
E nesse oceano
Me perco, na tentativa de me encontrar

II
For do Lácio
Do Latim em pó
Língua ainda menina que conta como
O incontivel
Cabe no papel

III
Do coração
Do nó
Espasmo
Lagrima

IV
E nesse mar sem fim
Encontro-me perdido
Tudo explode,
Sangra
Amarga
É luz e calma
Que arde
Que sofre
E alem das palavras
O meu amor se vai
Se esvai de meu peito
A procura do seu
Dos seus braços onde
Me acalmo as aflições da alma

V
Da inquietude da minha vida
Onde sempre foram trevas
Um nome me trouxe verbo
E dele se fez luz
Da luz que se transformou em luiz
Que mudou de cara e cabelos
De lagrimas à sorriso
E se fez bonito como nunca ousara
E saiu
E encontrou abrigo em seu criador.


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publicado por renovatio às 14:36 | link do post | comentar | favorito

1 comentário:
De Harrison a 5 de Maio de 2008 às 21:52
Eu que sou mosaico de cores e aromas, músicas (calcanhottos, placebos, radioshead), eu que tenho hienas nos calcanhares e risos na estrada, sorrisos no vento, tenho hoje o corpo com face mais naturalmente iluminada, definitivamente poque me ensinamram a conjugar o verbo luz. De primeira pessoa:
Eu Luiz.


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