Sábado, 2 de Agosto de 2008

Pensamento do final de semana: "É desistir e pronto."

Juro que se eu pudesse fazer as coisas melhores eu faria, mas nem sempre podemos controlar todas as coisas de nossas vidas, magoamos pessoas. Será que um dia tudo se resolverá? ou o que elas querem é "É desistir e pronto"? desistir me parece tao mais facil, te dá um resultado tao imediato, será que devemos desistir de tudo em nossas vidas? isso nos faria melhor, mais feliz? nos tornariamos pessoas mais "desistentes".

 

"É desistir e pronto"

Entao vamos todos desistir, desistir de viviver, de comer, de amar, de ser quem somos, desistir de nossa familia e amigos..... O periodo de desistencias esta aberto, vamos começar!

Mas vamos ouvindo o RadioHead que é pra ver se desistimos de cortar nossos pulsos!

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O Radiohead foi uma daquelas bandas que precisou de apenas um disco para estourar no mundo inteiro. Mas ao contrário do que acontece com a maioria das bandas que passam por isso, eles continuaram nas paradas em todos os outros lançamentos, conquistando um público cada vez maior.

Tudo começou com o guitarrista e vocalista Thomas Yorke. Após formar as primeiras bandas, logicamente sem sucesso, juntou-se, em 1987, a Jonny Greenwood (guitarra, teclados, xilofone), Ed O’Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo) and Phil Selway (bateria), formando o On a Friday.

Após algumas apresentações, resolvem dar um tempo e só voltaram em 1991. Conseguem um contrato com a EMI e já com o nome de Radiohead, lançam o EP com a faixa “Creep”, que enlouqueceu os americanos.

“Pablo Honey”, o álbum de estréia, chegou em 1993, e o hit “Creep”, obviamente inserido no track list, alavancou as vendas que chegaram a mais de 700 mil cópias. O segundo trabalho, intitulado “The Bends”, de 1995, colocou em evidência as características e a personalidade do Radiohead: letras e climas depressivos, tristes e melódicos. O grande destaque desta vez foi a poderosa balada “Fake Plastic Trees”, que entrou nas rádios de todo o mundo e foi tema de um comercial aqui no Brasil.

Os vídeos do grupo também sempre foram muito criativos e mesmo quem não era fã ou não os conhecia, parava para assisti-los. Com apenas esses dois discos, a banda já era a mais comentada entre os “descolados” e gostar de Radiohead significava ser “cool”.

Mas foi com “OK Computer”, dois anos depois, que chegaram ao ponto máximo que um grupo pode chegar. O álbum foi eleito por revistas especializadas como o “melhor de todos os tempos” (!). Flertando com elementos eletrônicos, mas igualmente depressivo e sombrio, vendeu 4 milhões de cópias e faturou um Grammy. Os vídeos continuavam surpreendendo e podemos destacar os de “Paranoid Android” e “Karma Police”.

A banda a essa altura já era aclamada pelos críticos mais exigentes e Thom Yorke tido como gênio. Porém, uma dúvida surgiu: como superariam a obra-prima “OK Computer”? Estava claro que não seria uma tarefa fácil. Os fãs ficaram apreensivos e ansiosos sobre o próximo lançamento e ele só veio no ano de 2000.

“Kid A”, dividiu opiniões e causou certa polêmica. As pessoas que não gostaram, não admitiam e diziam apenas que era um disco “difícil de entender”. Mas a verdade é que o Radiohead já não era mais unanimidade. Enquanto uns continuavam achando genial, outros classificavam-no como muito eletrônico, muito esquisito ou, simplesmente, muito chato. Outro fato que contribuiu para a não aceitação geral do álbum, foi a ausência dos tão queridos video-clipes.

Considerado como uma continuação de “Kid A”, lançaram no ano seguinte “Amnesiac”, que causou tanta discussão quanto o próprio. O Radiohead continuou a explorar cada vez mais sonoridades e melodias nada convencionais e o mais incrível é que, mesmo agindo de forma tão anti-comercial, continuaram vendendo muito bem e ganhando novos fãs.

“Hail To The Thief”, lançado em 2003, foi bem mais aceito pelo público e mídia e marcou a estréia da Radiohead TV, uma emissora de TV online que serviu como um canal de divulgação desse trabalho. Esse trabalho marcou o fim do contrato do grupo com a gravadora EMI e, sem o compromisso de entregar álbuns no prazo.



publicado por renovatio às 17:03 | link do post | comentar | favorito

1 comentário:
De Harrison a 3 de Agosto de 2008 às 16:14
Me apaixonei pela banda quando escutei a música neste comercial que comentou, o personagem era Carlinhos, um menino com necessidades especiais girando em um carrossel, não lembro do que se tratava direito agora, mas Fake Plastic Trees me arrepiou.... Ganhei o primeiro CD do meu irmão mais velho, que começou a colocar os álbuns do Radiohead dentro de casa assim que eram lançados...... Continua sendo minha paixão, aquelas de adolescência, desde os 13 anos!


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