Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

[numa biblioteca...]

"Sonhava que todos aqueles livros aprisionados queriam falar, que esperavam o interlocutor certo, e que esse era eu. Sonhava que os livros me falavam na sua linguagem silenciosa, me mostravam cada uma e todas as palavras impressas nas suas páginas e exigiam de mim uma promessa: a de me transformar no fiel depositário, no zelador, no amoroso protector das palavras. E eu prometia fazer com que nunca perdessem o seu valor intrínseco, a sua capacidade de nomear todas as coisas e, com isso, dar-lhes existência"

Luís Sepulveda

"O Poder dos Sonhos", p. 8/9


sinto-me observador

publicado por renovatio às 04:41 | link do post | comentar | favorito

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